Agenda

Julho 2018



EVENTOS

IV Colóquio Internacional de Literatura e Gênero: Descolonização, gênero, corporeidade e resistência e I Colóquio Nacional de Imprensa Feminina
5 a 7 de setembro de 2018
Teresina - Piauí. Mais informações:http://bit.ly/2DtITiz


II Congresso Internacional Línguas, Culturas e Literaturas em Diálogo: Identidades Silenciadas
16 a 18 de Agosto de 2018
Universidade de Brasília

Como desdobramento do que foi proposto no I Congresso, Culturas e Literaturas em Diálogo: identidades em movimento, organizado em 2016 pelo CILBRA - Centro de Estudos Italo-Luso-Brasileiros, da Universitá degli Studi di Perugia, pela Universidade de Brasília e pela Universidade Federal de Goiás, no qual apresentaram-se reflexões sobre as migrações, suas consequências e reflexos sobre a vida das pessoas e dos povos envolvidos em processos migratórios, desejamos propor agora o II Congresso, cujo foco se concentrará nas vozes marginalizadas, obscurecidas ou silenciadas nos processos de mobilidade histórico-geográfica e econômico-social, seja como consequência direta de tal processo seja como resultado indireto das dinâmicas a ele relacionadas. Nesse sentido, a ótica de estudo poderá ser sincrônica ou diacrônica, já que muitos dos fenômenos aos quais assistimos hoje ligam-se a origens e causas que remontam ao passado histórico dessas comunidades.
Serão aceitos trabalhos que tratem de assuntos no âmbito da língua portuguesa, das literaturas de língua portuguesa, brasileira e dos países africanos de língua portuguesa, da língua e da literatura italiana e da literatura comparada que mantenham relação com as culturas de língua portuguesa.


Conferência Internacional Intersexualidades

O Grupo de Pesquisa Internacional Intersexualidades, sediado no Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, da Universidade do Porto / Portugal apresenta a sua segunda conferência, cujo tema será Intersecionalidades: saberes e sentidos do corpo. A temática se justifica frente à contemporaneidade, quando somos confrontados com cenas reais de indivíduos cujos corpos são violentados cotidianamente por sua raça, por sua etnia, por seu sexo, por seu gênero, por suas sexualidades, por suas religiosidades, por suas nacionalidades - inclusive quando sujeitos do saber de seus próprios corpos e das suas representações. Quais saberes e sentidos brotam dos corpos diante de tais violências?

Tal proposta se sustenta num argumento que se eleva à potência máxima frente aos entrecruzamentos de posições árduas: subjetividades que são estranhadas por estarem de um lado (im)possível ou abjeto de (con)viver: pessoas indígenas, mulheres, mulheres negras, lésbicas brancas, lésbicas negras, gays brancos, negros, efeminados, homenstrans e mulherestrans, travestis, subjetividades queers... enfim, o que saber e como saber deles e delas, como atuam os seus corpos transversalizados, quais modos de vida protagonizam?

A finalidade da Conferência deste Grupo de Pesquisa é promover debates frutíferos que reverberem em todas as línguas do continente americano e que recaiam com propriedade sobre os Direitos Humanos. Professoras e Professores, Pesquisadoras e Pesquisadores de diversas nacionalidades vêm buscando (des)organizar estudos ligados aos seus vários campos de atuação com releituras, seja do texto literário, bem como das teorias advindas de áreas de conhecimento afins, como Letras, Linguística, Ciências Humanas e da Natureza e Artes, propondo interpretar lugares de discursos sobre questões feministas, feminismos, gêneros, sexualidades, bem como os seus entrecruzamentos.

A Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e a Universidade de São Paulo (USP) se associam para promover um qualititativo fórum de debates sobre as intersexualidades, bem como, por esta ação acadêmica, são IES que agregam pesquisador@s capacitados a produzirem matéria crítica, analítica e estética capaz de fomentar ainda mais os debates acerca das sexualidades e de suas formas.

A conferência se projeta pelo objetivo maior do grupo: desmobilizar dicotomias várias, as dos centros e as das margens; de sujeitos e objetos; dos femininos e dos masculinos; de corpos e das mentes, indagando-se a respeito das materialidades e das imaterialidades; sobre a natureza e a cultura; acerca do natural e do artificial; sobre o humano em relação ao animal, à máquina, ao pós-humano e ao inumano.

Sobretudo, queremos aprofundar mais ainda os saberes de corpos que interrelacionam e interconectam gêneros e sexualidades, difundindo espaços críticos que envolvem os Estudos Feministas, os Estudos de Gênero e a Teoria Queer, os estudos de teatro, os estudos de gesto, sobre a utopia e os Food Studies. A interseccionalidade do grupo de pesquisa e deste seminário articula-se com outras áreas de saber, como a Física Teórica, o Direito e a Medicina. Ainda insistimos que, claro, é possível dar quórum para as políticas de inclusão, fortalecendo as comunidades sociais, literárias e científicas e que estas precisam refletir acerca do quanto contribuem, em quanto linhas de pensamento, para desmarcarar as diferenças, desalinhando os diferentes modos ex-cêntricos ao pretender inseri-los nos pertencimentos sociais e culturais das nações mundiais.

Portugal e Brasil, Brasil e Portugal se encontram e se interligam numa rede de pesquisas que associa saberes ímpares, se aliando na busca de alternativas capazes de vencer as fronteiras instituídas, pondo em questão o local e o global, o público e o privado, pelo rastreio de uma ótica que ampara e desconstrói como, quem ou o que se legitima ao falar de sujeitos, pessoas e suas gentes.

A Conferência Internacional Intersexualidades é um espaço de partilhas de experiências de pesquisa, destinado não apenas às/aos participantes que integram o grupo de pesquisa mais também @ outr@s pesquisadores das áreas de Letras, Linguística, Literatura Comparada, Teatro e demais campos de estudos da Linguagem. Agrega, ainda, no seu viés inter/transdisciplinar, pesquisador@s de outras áreas das Ciências Humanas e Naturais, Medicina, Biologia e Física, sempre estabelecendo diálogos, interfaces e contrastes com os campos estético, discursivo e político que perfaz a noção mais ampla de 'Intersexualidades' - sempre plural, abrangente e inclusiva.

Nesse sentido, não nos propomos a realizar um evento gigantesco, mas, sim, o de garantir que esta ação de pesquisa seja um fórum de discussões em que seus participantes possam apresentar suas pesquisas, serem ouvidos, ouvir e compartilhar.

A Conferência será realizada em Salvador – Bahia / Brasil, no período de 5 a 7 de setembro, na Universidade do Estado da Bahia.

Período de inscrição: 26 de março a 30 de maio de 2018
Divulgação de trabalhos selecionados: 30 de junho de 2018
Período de pagamento para os trabalhos selecionados: 1 a 30 de julho de 2018

Acessem o site: http://www.intersexualidadesbr.pro.br/


CHAMADAS PARA PUBLICAÇÃO


Revista Araticum
Chamada Araticum vol. 18, nº2: “Literatura e afeto”
Teóricos e críticos de diversas áreas têm demonstrado crescente interesse pela temática do afeto, o que levou autores como Patrica T. Clough (2010) a falar de uma “virada afetiva” a partir dos anos 1990s. Entre as correntes críticas que contribuíram para essa virada, vale destacar a crítica feminista e Queer, que avançaram os debates em torno de gênero, corpo, e também das formas de subjetividade associadas a essas categorias. O cenário contemporâneo justifica o interesse na temática do afeto, uma vez que as relações humanas estão cada vez mais virtualizadas, e os afetos banalizados ou automatizados nas redes sociais. Assim, investigar como escritores e artistas se posicionam diante desse cenário pode promover contribuições importantes para o entendimento das relações entre processos históricos e materiais e a forma como os sujeitos respondem a eles. O vol. 18, nº 2, da revista Araticum, pretende reunir ensaios que se proponham a discutir tais relações e a analisar as diferentes poéticas afetivas presentes na literatura e nas artes, também valorizando perspectivas inter ou transdisciplinares.
Editores do número: Geraldo Magela Cáffaro e Telma Borges
Prazo para envio dos artigos: até 30 de setembro de 2018.
Endereço para envio: http://www.revistaaraticum.unimontes.br/index.php/araticum

Revista LETRAS
Letras 59
Título: Corpo, trauma e memória: desfazendo gêneros na literatura e nas artes das Américas
Ementa: Na década de 1970 do século passado, o advento da crítica feminista foi considerado pela academia como algo nefasto, uma onda de militância ideológica que veio para destruir as artes e a literatura, menosprezando a realização estética dos textos e reduzindo sua importância e valor à política. Contudo, já nos anos 1980, a crítica feminista foi reconhecida por teóricos do calibre de Jonathan Culler e Terry Eagleton como uma das mais poderosas forças de renovação da crítica contemporânea. Desde então, a crítica feminista tem transformado, do Ocidente ao Oriente, a forma como lemos e pensamos as artes e a literatura, a partir de questionamentos como:
- Qual a relação da leitura e da literatura com o gênero?
- O que a leitura e a interpretação das artes têm a ver com gênero?
- As mulheres leem de forma diferente?
- O que as artes visuais, o teatro, a música e a literatura têm a nos dizer sobre as relações entre códigos de gênero e normas sociais, discriminação e intervenção crítica?
- Qual a relação entre textualidade, iconicidade, poder e conhecimento?

Hoje a crítica feminista configura um campo amplo e heterogêneo de estudos que incorpora muitas vertentes teóricas e abordagens, campo esse que se revitaliza em seus diálogos com os estudos pós-coloniais, os estudos culturais e a desconstrução. Indo mais além, foi a partir das perquirições das teorias feministas que emergiram os estudos de masculinidades (em especial aqueles que dedicam atenção às masculinidades subalternizadas), os estudos de gênero, os estudos gays e lésbic@s e a teoria queer, caminhos que possibilitaram simultaneamente o questionamento dos cânones estéticos e das premissas heteronormativas que pautam o sistema valorativo nos estudos sobre arte, literatura e cultura. As teorizações feministas, nas últimas décadas, colaboraram para a estruturação de uma nova maneira de se produzir conhecimento, colaborando mesmo para uma reconfiguração deste campo epistêmico. Prova disso são trabalhos de reconhecido mérito no campo literário, tais como The Madwoman in The Attic, de Sandra Gilbert e Susan Gubar (1979). Na academia brasileira, vale mencionar os três alentados volumes da antologia Escritoras Brasileiras do Século XIX (1999, 2003 e 2009, organizados por Zahidé Lupinacci Muzart). No campo das artes, merece destaque o volume Feminism – Art – Theories, organizado por Hilary Robinson (2001), bem como Feminist Aesthetics in Music, de Sally MacArthur (2001). A ênfase nas relações literatura/artes/cultura, alimentada pelo enfoque interdisciplinar, possibilita a emergência de categorias analíticas da diferença como gênero, raça, classe e sexualidade na investigação de representações identitárias em sua dimensão estética e em sua projeção política. Nessa direção, ganha preeminência a questão do outro nas vozes dissonantes de artistas, escritores e musicistas, o que permite identificar as especificidades históricas de modos de subjetividade até então invisíveis nas formações discursivas da cultura etnocêntrica, patriarcal e heteronormativa. Interessam aqui, particularmente, as experimentações e o questionamento realizados no campo dos estudos literários pela teoria queer; a crítica aos regimes de normalização é particularmente produtiva para o questionamento do status de literariedade como característica imanente ao texto literário.
Prazo para envio: 15 de março de 2019.

Letras 61 – Estudos Literários – 2020 – Segundo Semestre - Qualis B1
Título: Representações da violência na cultura brasileira
Ementa: A violência tornou-se algo onipresente na vida dos brasileiros. Ela é vivida ou a ela se tem acesso cotidianamente pelos mais diferentes meios de comunicação. Ela tem envolvido, contemporaneamente, distintos grupos sociais nas mais diversas situações. Assim, se, há algum tempo, as notícias tratavam de assassinatos entre gangues devido à disputa de poder pelo tráfico, atualmente, crianças armadas de classe média alta invadem escolas e assassinam colegas e professores. Policiais, cuja função é defender a integridade dos cidadãos, estão, da mesma forma, vulneráveis à violência. Essa violência tem ganhado mais visibilidade não simplesmente porque a mídia é mais rápida e eficaz na divulgação das informações, mas porque ela atingiu uma dimensão tal que, na falta de uma explicação plausível sobre suas causas, ela é tratada em diversos meios e de diferentes formas. A arte não é imune a tais influências e impactos. Ela capta a violência e a transforma em um problema de representação. Esta chamada da revista Letras acolhe artigos e ensaios que versem sobre a violência e suas formas de representação na literatura, no cinema, na escultura, nas artes plásticas e no teatro. O objetivo desse número é reunir textos que busquem não apenas conjecturar argumentos sobre as possíveis causas da violência na cultura brasileira, mas também pensar como ela ganha forma esteticamente.
Prazo de submissão: 15 de março de 2020.
Organizadores: David William Foster (Arizona State University), Lizandro Carlos Calegari (UFSM), Rosani Úrsula Ketzer Umbach (UFSM).

REVISTA TRAVESSIAS
Dossiê: AS RESSONÂNCIAS DO PENSAMENTO DE ZIZEK PARA ARTE, CULTURA E LITERATURA
Organização: Marisa Corrêa e Silva - UEM
EMENTA: O filósofo esloveno Slavoj Zizek tornou-se muito conhecido no Brasil na última década, embora seu trabalho já fosse lido na Europa e nos EUA desde os anos 1990. Polêmico, realizando releituras de Hegel (que recebem críticas dos hegelianos tradicionais) e de Lacan (que são consideradas impecáveis pelos lacanianos tradicionais), com um estilo peculiar de escrita, provocador, tornou-se uma referência quando se trata de desmistificar o senso comum dentro da Academia. Por exemplo, ele implode as barreiras que se opõem à abordagem de obras “ruins”, “de mero entretenimento”, pois crê que mesmo o objeto mais insignificante pode conter insights preciosos sobre a configuração ideológica de seu contexto de produção. Sua obra tem se revelado aplicável a distintos campos do conhecimento, e este dossiê temático contempla tais influências na Arte, na Cultura e na Literatura".
PALAVRAS-CHAVE: Slavoj Zizek; Arte, Cultura e Literatura, Estudos Contemporâneos.
Submissão: até 01/08/2018.
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Dossiê: GÊNERO: REVISITANDO TEORIAS, MOVIMENTANDO ANÁLISES
Organização: Dr. Alexandre Sebastião Ferrari Soares (UNIOESTE), Dra. Dantielli Assumpção Garcia (UNIOESTE) e Dra. Lucília Maria Abrahão e Sousa (FFCLRP-USP)
EMENTA: A noção de gênero tem estado em discussão há muito tempo e a partir de diferentes perspectivas teóricas. Em 1968, em seu livro Sexo e Gênero (1968), o psiquiatra Robert Stoller menciona o conceito de gênero, descrevendo os processos de construção de identidades de gênero através da articulação entre processos sociais, nomeação familiar e questões biológicas. Todavia, ressalta Saffioti (1999) que, embora não houvesse formulado o conceito de gênero, Simone de Beauvoir, já na década de 1950, em sua famosa frase “Não se nasce mulher, torna-se”, lutando contra o essencialismo biológico, indiciou ser a sociedade responsável pela transformação do bebê em mulher ou homem, sendo, desse modo, a precursora do conceito de gênero. No Brasil, esse conceito alastrou-se rapidamente a partir da publicação da tradução do texto de Joan Scott “Gênero: uma categoria útil de análise histórica” (1995). Nele, Scott, por meio da discussão de diferentes correntes (históricas) de pensamento, critica o conceito de patriarcado e define gênero como “um elemento constitutivo de relações sociais baseadas nas diferenças percebidas entre os sexos e como uma forma primária de dar significação às relações de poder” (SCOTT, 1995, p. 86). Também os trabalhos de Butler são associados ao conceito de gênero que, por meio de leitura da performatividade na linguagem, propõe desfazer a dicotomia sexo/gênero. Para a autora (BUTLER, 2008), gênero, enquanto performance, não é nem um conjunto, inscritos no corpo de significados culturais, nem a interpretação de um corpo sexuado, mas um conjunto de normas instituídas, mantidas e repetidas sobre o corpo que geram e tornam a pessoa viável ou inviável. Em uma perspectiva discursiva, de acordo com Orlandi (2017, p. 210), “Por ser considerado um ‘papel’ social, dizem alguns autores que afirmam esta noção, o gênero pode ser construído e desconstruído, ou seja, pode ser entendido como algo mutável e não limitado, como definem as ciências biológicas. Ora, não é bem assim, na perspectiva discursiva. Pois, se não é a ciência biológica, ou o binarismo social (homem-mulher), que nos determina, no funcionamento da ideologia, não é nossa vontade pessoal tampouco que inscreve/define nossos processos de identificação, nem apenas o modo como somos individuados”. Diante desses diferentes posicionamentos e teorizações, o Dossiê Temático Gênero: revisitando teorias, movimentando análises será dedicado a estudos e pesquisas que se ocupem em problematizar e analisar como a noção de gênero constitui-se no interior das Ciências Humanas e Sociais, bem como analisar como as diversas identidades de gêneros são constituídas, reunindo assim um conjunto de reflexões que envolvam modos de constituição, formulação e circulação de sentidos para o(s) gêneros e das subjetividades LGBTTQ e(m) seus movimentos sociais na contemporaneidade.
PALAVRAS-CHAVE: Gêneros; Leitura Performativa; Discurso.
Submissão: até 01/11/2018.


CADERNOS DISCURSIVOS - B2 em Linguística e Literatura
Tema: Discursos de Gênero, Sexualidade e Raça
Prazo: 10 de julho de 2018
https://cadis_letras.catalao.ufg.br/p/5766-chamadas

Todas as Letras
Anunciamos a chamada de artigos para Todas as Letras - Revista de Língua e Literatura, dossiê temático do terceiro número de 2018, v. 20, n. 3 (dezembro/2018): Literatura hispano-americana contemporânea: imaginando fatos, documentando ficções.
Prazo para submissão: até 15 de agosto.
Ementa: O dossiê abarca a produção de textos que, na tradição hispano-americana, tratam das fluidas fronteiras entre história e literatura, fato e ficção, jornalismo e literatura - incluindo romance histórico, new jornalism, autoficção, biografia romanceada, romance político-social, crônicas, bem como a poesia social embandeirada ou cujo destino transformou em bandeira para qualquer grupo ou causa.
Comissão organizadora: Ana Lucia Trevisan (UPM) e Cristine F. Mattos (UPM)
http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tl/announcement

CHAMADAS COM FLUXO CONTÍNUO
       
Veredas – Revista da Associação Internacional de Lusitanistas
A revista aceita artigos inéditos, oriundos de pesquisas originais relacionadas especialmente à literatura. Também é aberta às mais diferentes abordagens teóricos-metodológicas. São recebidas resenhas críticas de livros de teoria, de crítica ou de literatura publicados nos últimos três anos, desde que relacionados ao escopo da revista.
Mais informações: 

Garrafa
Chamada da Revista eletrônica Garrafa do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Literatura da Universidade Federal do Rio de Janeiro – PPGCL/UFRJ. A Revista é publicada online e dirigida a estudantes de pós-graduação em formação como pesquisadores. A Garrafa recebe contribuições inéditas em português e espanhol: artigos acadêmicos, ensaios, resenhas críticas de dissertações, teses e livros, traduções inéditas e/ou originais e entrevistas. As contribuições serão publicadas após a avaliação favorável feita por até dois leitores anônimos. Os artigos deverão ser enviados em versão .doc ou .docx para o seguinte endereço eletrônico:
Mais informações: revistagarrafa@gmail.com                               

​Revista Literatura e Sociedade
A revista está aberta a propostas de publicação de artigos e ensaios nas áreas de teoria literária e literatura comparada. As submissões devem ser enviadas para o email revflt@usp.br. ​ ​Normas e demais informações: 

Revista RUA
As contribuições são recebidas em fluxo contínuo e os trabalhos aprovados são publicados nas edições seguintes à avaliação final. A revista Rua se propõe a criar condições para um debate multi e interdisciplinar, sustentado pela reflexão sobre a linguagem, divulgando artigos acadêmicos e produções artísticas que busquem compreender o espaço urbano como objeto de estudo. É uma publicação que reúne obras que tratem de práticas da cidade a partir das dimensões do simbólico e do político em uma relação entre o saber urbano e a linguagem com o objetivo de refletir sobre o espaço urbano concebido como espaço de significação, propiciando um diálogo entre diferentes áreas do conhecimento. Lançada em 1995, publicou 13 números com periodicidade anual e, a partir de 2008, com sua migração para formato eletrônico, passou a ser uma publicação semestral. É dividida em 3 seções: Estudos, com artigos acadêmicos; Artes, com manifestações artísticas de diversas naturezas; Notícias e Resenhas, com as notícias das atividades desenvolvidas pelo Laboratório de Estudo Urbanos (Labeurb/Nudecri/Unicamp), responsável por sua editoração, e resenha de obras interessantes para as diversas áreas do conhecimento. Atualmente é avaliada no estrato B1 no Qualis/Capes.
Mais informações: http://www.labeurb.unicamp.br/rua
                 
Revista Policromias/MN/UFRJ
Chamada para o vol. 4. As publicações serão realizadas em sistema de fluxo contínuo e o volume publicado até Dezembro de 2017.
Mais informações: